Mais elevadores de obra realmente aceleram um projeto de edifício alto?
Resposta curta: Adicionar elevadores de obra pode reduzir filas e gargalos de transporte, mas não acelera automaticamente o projeto. Pesquisas sobre edifícios altos mostram que quantidade, localização, zoneamento, configuração das cabines, demanda de transporte e estratégia operacional devem ser avaliados em conjunto.

Em outras palavras, a pergunta principal geralmente não é:
“Quantos elevadores de obra podemos instalar?”
É:
“Qual sistema de transporte vertical pode movimentar as pessoas e os materiais necessários com menos atrasos e sem capacidade desnecessária?”
Essa diferença ganha importância conforme a altura da edificação aumenta.
Uma ressalva é importante desde o início. A maioria dos estudos analisados mede tempo de transporte vertical, espera dos passageiros, tempo de elevação, eficiência operacional, custo logístico ou utilização do elevador e não o prazo total de conclusão da obra. Melhorias nessas métricas podem remover um gargalo importante, mas não significam reduções percentuais equivalentes no prazo global de construção.
Nota sobre as evidências: Este artigo utiliza pesquisas revisadas por pares sobre simulação de elevadores de obra, otimização matemática e inteira mista, estimativa de demanda com BIM, dados de projetos e de campo e testes experimentais de controle. Os métodos respondem a perguntas diferentes e nem todos são medições de campo antes e depois de uma intervenção. Como geometria, demanda, configuração, custos e objetivos variam, os resultados numéricos valem para as condições estudadas e não constituem garantias universais de desempenho. Alguns estudos pertencem a programas de pesquisa relacionados; seus resultados devem ser lidos como evidências complementares, não como replicações universais totalmente independentes.
Por que elevadores de obra podem se tornar um gargalo
Em edificações baixas, a movimentação de pessoas e materiais entre pavimentos pode consumir relativamente pouco tempo.
Em um canteiro de edifício alto, o transporte vertical faz parte do próprio sistema de produção.
As equipes precisam chegar aos pavimentos de trabalho, e ferramentas e materiais devem estar disponíveis no momento necessário. Diferentes equipes podem solicitar transporte ao mesmo tempo. A demanda muda ao longo do dia e conforme a construção avança em altura.
Se o sistema não atender à demanda, parte do tempo produtivo das equipes será consumida pela espera.
Park e colaboradores analisaram o problema com um modelo de simulação aplicado a um edifício residencial alto. O transporte vertical de trabalhadores foi tratado como demanda variável, e não como um cálculo de capacidade fixa. (Park et al., 2013)
Isso leva a uma resposta compreensível:
instalar outro elevador.
Às vezes, essa é a decisão correta.
Mas nem sempre.
Por que adicionar outro elevador não garante melhor desempenho
Cada elevador adicional aumenta a capacidade de transporte, mas também introduz restrições.
Um projeto dispõe de recursos limitados:
- espaço de fachada e instalação,
- locais para acesso nos pavimentos,
- capacidade elétrica,
- rotas de acesso,
- tempo de montagem e desmontagem,
- orçamento de locação e operação,
- e áreas disponíveis de carregamento no térreo.
Também é preciso considerar a utilização dos equipamentos.
Um canteiro pode ter capacidade de transporte suficiente em teoria e ainda enfrentar filas longas se os elevadores atenderem aos pavimentos de forma inadequada, realizarem viagens ineficientes ou receberem demanda muito desigual.
Por isso, as pesquisas tratam o planejamento cada vez mais como um problema de simulação e otimização, e não apenas de quantidade de equipamentos.
Shin, Cho e Kang combinaram simulação de eventos discretos e algoritmos genéticos no planejamento de elevadores temporários, com aplicação em um projeto real de edifício alto. O trabalho analisou a seleção entre arranjos que não podem ser representados adequadamente por fórmulas simples. (Shin et al., 2011)
Posteriormente, Cho e colaboradores desenvolveram e verificaram por simulação um algoritmo de operação com múltiplas elevações para edifícios muito altos, considerando aceleração e desaceleração, em vez de depender apenas da experiência do planejador. (Cho et al., 2013)
Koo e colaboradores analisaram o transporte vertical como uma otimização de múltiplos objetivos: tempo de operação, relação custo-benefício e consumo de energia no pico de transporte de trabalhadores. (Koo et al., 2016)
Pesquisas mais recentes seguem a mesma linha.
Jawaheri, Ahmadnia, Maghrebi e Ghanbari desenvolveram um modelo de programação linear inteira mista que otimiza o tipo, a quantidade e a localização dos elevadores em diferentes fases do projeto, considerando custos diários de locação e operação, transporte horizontal de materiais, montagem, desmontagem e penalidades por atraso. O modelo foi testado com dados de campo de um projeto real, e não em um experimento direto de comparação antes e depois. (Jawaheri et al., 2026)
O ponto principal não é um algoritmo específico de otimização.
É que a quantidade e a configuração otimizadas podem mudar conforme a fase do projeto e a demanda de transporte.
O zoneamento pode ser tão importante quanto a quantidade de elevadores
Imagine um projeto de edifício alto com vários elevadores de obra.
Uma estratégia é permitir que cada elevador atenda a solicitações de quase todos os pavimentos.
Outra é dividir a edificação em zonas.
Por exemplo:
- um elevador ou grupo atende aos pavimentos inferiores,
- outro atende aos pavimentos intermediários,
- e outro atende principalmente aos pavimentos superiores.
O objetivo é reduzir percursos e paradas desnecessários.
Park e colaboradores analisaram essa estratégia por simulação em um edifício residencial alto, ajustando as zonas conforme a demanda variável de transporte de trabalhadores.
Na simulação específica desse estudo, o zoneamento otimizado reduziu o tempo de transporte vertical em 43%. (Park et al., 2013)
Isso não significa que a edificação foi construída 43% mais rápido.
Também não significa que o zoneamento reduzirá o tempo de transporte em 43% em outro projeto.
O resultado demonstra algo mais útil:
o mesmo equipamento pode apresentar desempenhos muito diferentes conforme sua organização.
Por isso, comparar apenas a quantidade de elevadores entre dois canteiros pode levar a conclusões equivocadas.
Elevadores de cabine dupla acrescentam outros fatores à análise
O termo cabine dupla exige cuidado porque pode descrever arranjos físicos diferentes.
Elevadores de obra convencionais com duas cabines
Um arranjo convencional de duas cabines geralmente utiliza cabines com operação independente associadas a um mesmo sistema de mastro.
O arranjo convencional pode aumentar a capacidade disponível enquanto as cabines operam em um sistema de mastro compartilhado.
Mas esse arranjo convencional não é o sistema avaliado por Kim e colaboradores no estudo citado aqui.
O conceito flexível de cabine dupla de Kim e colaboradores
Kim e colaboradores investigaram um conceito diferente, derivado da arquitetura de elevadores de dois pisos.
O sistema utilizava uma cabine superior e outra inferior, dispostas verticalmente. Elas podiam ser conectadas para funcionar como uma unidade de dois pisos e atender a níveis adjacentes; um adaptador removível permitia maior flexibilidade conforme o fluxo de transporte mudava. (Kim et al., 2018)
Os pesquisadores avaliaram o conceito em um estudo de caso simulado com dados de projeto e combinações de elevadores convencionais de cabine simples e do sistema flexível proposto.
Na configuração otimizada específica avaliada no estudo, os autores relataram um aumento de 7,9% na eficiência operacional e uma redução de 16,6% no custo operacional total. (Kim et al., 2018)
Esses percentuais não devem ser aplicados a elevadores de obra convencionais com duas cabines.
Eles correspondem ao conceito flexível de dois pisos de Kim e colaboradores, às hipóteses de demanda, à combinação de elevadores e ao caso simulado.
A conclusão mais ampla continua sendo útil:
a capacidade não deve ser avaliada apenas pela quantidade de máquinas. A configuração das cabines e a estratégia operacional também importam.
A demanda de transporte muda conforme a edificação cresce
Um dos problemas de definir uma quantidade fixa de elevadores no início é que o projeto e suas necessidades não permanecem estáticos.
No início da obra:
- os percursos de transporte são curtos,
- há menos pavimentos em atividade,
- e determinados materiais predominam no fluxo.
Mais adiante:
- os percursos médios aumentam,
- as equipes podem estar distribuídas por muitos pavimentos,
- os serviços de acabamento podem alterar bastante o padrão de transporte,
- e o transporte de pessoas pode superar em importância o de materiais pesados.
Wu e colaboradores desenvolveram um método de estimativa de demanda baseado em BIM para o transporte vertical durante a construção de edifícios altos. O estudo destacou que um sistema temporário subdimensionado pode causar atrasos dispendiosos, enquanto um sistema superdimensionado pode gerar capacidade e custos desnecessários. (Wu et al., 2020)
Isso leva a uma pergunta de projeto mais útil:
Qual capacidade de transporte é necessária em cada fase do projeto?
em vez de:
Qual é a quantidade máxima de elevadores que podemos instalar?
A localização também importa
A análise de produtividade não termina quando a cabine chega ao pavimento correto.
Pessoas e materiais ainda precisam se deslocar horizontalmente do acesso do elevador até a área de trabalho.
Um elevador pode ser eficiente no transporte vertical e, ainda assim, aumentar o percurso horizontal dos materiais se seu acesso estiver mal localizado em relação às áreas atendidas.
Essa interação explica por que estudos recentes de otimização consideram tanto a localização do elevador quanto a movimentação horizontal dos materiais.
O modelo MILP de Jawaheri e colaboradores incorpora os custos de movimentação horizontal, quantidade, tipo, localização, locação e operação dos elevadores, montagem, desmontagem e penalidades por atraso. A avaliação utilizou dados de campo de um projeto real, mas os resultados continuam sendo de um modelo de otimização, não de um experimento controlado antes e depois. (Jawaheri et al., 2026)
A implicação prática é direta:
o elevador de obra deve ser considerado parte da rede logística do canteiro, e não uma máquina isolada.
Um controle de atendimento mais eficiente pode melhorar o uso do mesmo equipamento
Existe outra variável que não depende de comprar ou instalar máquinas adicionais:
como os elevadores existentes atendem às chamadas.
Quando vários elevadores atendem a muitos pavimentos, um controle ineficiente pode causar:
- viagens vazias desnecessárias,
- paradas repetidas,
- longos tempos de espera,
- e utilização desigual entre as cabines.
Lee e Kim investigaram esse problema usando uma rede Deep Q, uma forma de aprendizado profundo por reforço.
É importante observar que o estudo não demonstrou uma melhoria de 86,7% em operação comercial normal de um sistema instalado em um edifício alto.
Os pesquisadores primeiro treinaram a política de controle em um ambiente virtual de simulação com um caso de vários elevadores em uma obra de 30 pavimentos. Depois, testaram a política aprendida em um simulador físico de elevador de obra comparando-a com outras estratégias de controle. (Lee & Kim, 2021)
Nos cenários e métodos de controle testados, o sistema baseado em DQN reduziu o tempo de espera e transporte dos passageiros em até 86,7%. (Lee & Kim, 2021)
Esse resultado não significa:
que a inteligência artificial torna a construção 86,7% mais rápida.
Também não comprova que todo elevador de obra com um controlador inteligente obteria a mesma melhoria.
A conclusão útil é mais específica:
o controle operacional pode influenciar significativamente o desempenho mesmo sem alterar o equipamento físico.
Quando um projeto realmente precisa de outro elevador de obra?
Não existe um número universal de pavimentos ou uma altura que torne outro elevador automaticamente necessário.
A decisão depende de fatores como:
| Variável | Por que importa |
|---|---|
| Altura da Edificação | Percursos maiores aumentam o tempo de ciclo. |
| Tamanho das equipes | Mais trabalhadores aumentam a demanda de passageiros, especialmente nas trocas de turno. |
| Número de pavimentos em atividade | Equipes distribuídas por muitos pavimentos geram mais destinos e paradas. |
| Demanda de materiais | As fases da obra geram necessidades diferentes de transporte. |
| Velocidade do elevador | A velocidade influencia o tempo de ciclo, mas é apenas uma parte do desempenho do sistema. |
| Capacidade da cabine | Define quantas pessoas ou quanto material podem ser transportados por viagem. |
| Configuração das cabines | Cabine simples, duas cabines convencionais e outros arranjos oferecem possibilidades operacionais diferentes. |
| Arranjo dos acessos nos pavimentos | Mais paradas podem aumentar os tempos de percurso e de abertura e fechamento das portas. |
| Localização do elevador | Influencia a movimentação horizontal após a saída da carga da cabine. |
| Controle do fluxo de transporte | Um controle inadequado de atendimento pode desperdiçar capacidade disponível. |
| Fase do projeto | A demanda muda conforme a construção avança em altura. |
Por isso, o planejamento mais detalhado utiliza cada vez mais simulação, dados de projeto, otimização matemática e estimativa de demanda com apoio de BIM.
Jalali Yazdi, Maghrebi e Bolouri Bazaz, por exemplo, desenvolveram um modelo de otimização por programação inteira mista que integra atributos das tarefas, cronogramas, recursos, especificações dos elevadores e condições da edificação. O modelo foi testado com dados reais de um projeto de 34 pavimentos e utilizado para resolver o planejamento do transporte vertical, não para medir diretamente uma mudança de produtividade antes e depois na obra. (Jalali Yazdi et al., 2018)
Maior capacidade e maior produtividade não são a mesma coisa
Essa distinção é a principal conclusão.
Instalar outro elevador aumenta a capacidade teórica de transporte.
Mas o desempenho do projeto depende de essa capacidade resolver a restrição real.
Se as equipes esperam por falta de capacidade de transporte, uma cabine adicional pode gerar uma melhoria relevante.
Se os atrasos decorrem de zoneamento inadequado, controle ineficiente, acessos mal posicionados ou demanda desigual, aumentar a quantidade de equipamentos pode deixar grande parte da ineficiência sem solução.
A literatura científica aponta, portanto, para um conceito mais útil:
o desempenho dos elevadores de obra é uma questão de projeto do sistema.
A quantidade de máquinas importa.
Também importam:
- sua capacidade,
- sua configuração,
- sua localização,
- os pavimentos atendidos,
- os períodos de operação,
- o que transportam,
- e como as chamadas são distribuídas.
Uma pergunta mais útil para as construtoras
Em vez de perguntar:
“De quantos elevadores de obra precisamos?”
construtoras e planejadores podem obter uma resposta melhor perguntando:
“Qual combinação de quantidade, capacidade, localização e estratégia operacional atenderá à demanda variável de transporte vertical com tempo de espera e custo aceitáveis?”
Essa pergunta é mais complexa.
Mas também reflete o funcionamento real da construção de edifícios altos.
Um elevador de obra não é apenas uma máquina instalada na lateral da edificação.
Em um grande projeto, ele integra a infraestrutura logística da obra.
Quando o transporte vertical limita o fluxo de pessoas e materiais, melhorar o sistema pode ser tão importante quanto aumentar sua capacidade nominal.
Perguntas Frequentes
Mais elevadores de obra aceleram o projeto?
Pode melhorar o transporte vertical quando a capacidade existente não atende à demanda de pessoas ou materiais. Porém, as pesquisas também mostram que zoneamento, localização, configuração das cabines e estratégia operacional influenciam os tempos de espera, o desempenho e os custos logísticos.
A maioria dos estudos mede resultados logísticos intermediários, não o prazo total da obra. Por isso, uma melhoria no desempenho do elevador não deve ser convertida automaticamente em uma redução percentual equivalente no prazo global.
Quantos elevadores de obra um edifício alto precisa?
Não existe uma quantidade universal.
As necessidades dependem da altura da edificação, equipes, materiais, pavimentos em atividade, capacidade das cabines, velocidade, layout do canteiro, fluxo de transporte, fase da obra e tempo de espera aceitável.
A simulação e a otimização procuram uma configuração adequada ao projeto real, em vez de prescrever uma proporção fixa entre elevadores e pavimentos.
Um elevador de cabine dupla é mais eficiente que um de cabine simples?
A capacidade adicional pode aumentar o fluxo atendido, mas a eficiência real depende da demanda, do arranjo físico, da estratégia operacional, das restrições do local e do controle de atendimento.
Também é necessário distinguir um elevador de obra convencional com duas cabines, com cabines independentes associadas a um mesmo sistema de mastro, do conceito flexível de dois pisos investigado por Kim e colaboradores
O aumento de 7,9% na eficiência e a redução de 16,6% no custo relatados por Kim e colaboradores valem somente para a configuração flexível otimizada avaliada no estudo simulado. Não são indicadores gerais de desempenho de elevadores convencionais de duas cabines. (Kim et al., 2018)
O zoneamento pode reduzir a espera ou o tempo de transporte?
Sim, em condições adequadas.
Park e colaboradores utilizaram simulação em um projeto residencial alto e relataram uma redução de 43% no tempo de transporte vertical com o zoneamento otimizado. O resultado se refere ao transporte naquela simulação e não significa que o prazo global da obra tenha diminuído em 43%. (Park et al., 2013)
A inteligência artificial pode melhorar a eficiência dos elevadores de obra?
As pesquisas indicam que sistemas inteligentes de atendimento podem melhorar o transporte ao reduzir viagens desnecessárias e a espera dos passageiros.
Lee e Kim treinaram um controlador por aprendizado profundo por reforço em simulação e depois o avaliaram em um simulador físico. Nos cenários e métodos de comparação testados, os tempos de espera e de transporte foram reduzidos em até 86,7%. Esse é um resultado experimental de controle, não uma garantia universal de produtividade de projetos. (Lee & Kim, 2021)
Referências
Park, M., Ha, S., Lee, H.-S., Choi, Y.-K., Kim, H., & Han, S. 2013. Lifting demand-based zoning for minimizing worker vertical transportation time in high-rise building construction. Automation in Construction, 32, 88–95. DOI: 10.1016/j.autcon.2013.01.010.
Shin, Y., Cho, H., & Kang, K.-I. 2011. Simulation model incorporating genetic algorithms for optimal temporary hoist planning in high-rise building construction. Automation in Construction, 20(5), 550–558. DOI: 10.1016/j.autcon.2010.11.021.
Cho, C.-Y., Lee, Y., Cho, M.-Y., Kwon, S., Shin, Y., & Lee, J. 2013. An optimal algorithm of the multi-lifting operating simulation for super-tall building construction. Automation in Construction, 35, 595–607. DOI: 10.1016/j.autcon.2013.01.003.
Koo, C., Hong, T., Yoon, J., & Jeong, K. 2016. Zoning-Based Vertical Transportation Optimization for Workers at Peak Time in a Skyscraper Construction. Computer-Aided Civil and Infrastructure Engineering, 31(11), 826–845. DOI: 10.1111/mice.12220.
Jalali Yazdi, A., Maghrebi, M., & Bolouri Bazaz, J. 2018. Mathematical model to optimally solve the lift planning problem in high-rise construction projects. Automation in Construction, 92, 120–132. DOI: 10.1016/j.autcon.2018.03.029.
Kim, T., Lee, U.-K., Kim, S. W., Lim, H., Kim, C.-W., Cho, H., & Kang, K.-I. 2018. Flexible double-cage hoist for high operational efficiency in tall building construction. Automation in Construction, 96, 280–291. DOI: 10.1016/j.autcon.2018.09.023.
Wu, K., García de Soto, B., Adey, B. T., & Zhang, F. 2020. BIM-based estimation of vertical transportation demands during the construction of high-rise buildings. Automation in Construction, 110, 102985. DOI: 10.1016/j.autcon.2019.102985.
Lee, D., & Kim, M. 2021. Autonomous construction hoist system based on deep reinforcement learning in high-rise building construction. Automation in Construction, 128, 103737. DOI: 10.1016/j.autcon.2021.103737.
Jawaheri, M., Ahmadnia, M., Maghrebi, M., & Ghanbari, R. 2026. How many lifts does a construction site need? A Global optimization approach. Engineering, Construction and Architectural Management, 33(11), 8569–8599. DOI: 10.1108/ECAM-11-2024-1570. First published online 20 August 2025; assigned to the 1 September 2026 issue.
Defina o plano de transporte conforme o projeto, e não o contrário.
Informe à SEKLIFT a altura de percurso, o plano de paradas, a carga útil necessária, as dimensões dos materiais e as restrições do canteiro para uma análise específica do elevador de obra.
